25/04/2011 | por: Ricardo Oliveira
Os tipos de imunidade
Ao nascermos, já temos alguma imunidade, que nos protege contra determinados agentes patogênicos presentes no meio exterior. E a imunidade inata ou natural. Ela não é específica e não muda de intensidade com a exposição ao agente invasor. Depende da produção de certas substâncias protetoras, por exemplo ácidos e enzimas (lisozima, das lágrimas), e ainda da ação de células fagocitárias. A imunidade adquirida, ao contrário, é específica, tem resposta variável e memória, podendo ser ativa ou passiva. Esta última é adquirida pela inoculação de soros, os quais contêm anticorpos que não se originaram em nosso organismo. A ativa, como o termo indica, depende de uma ação, do trabalho do nosso organismo para produzir os anticorpos. Ela é obtida artificialmente por meio de vacinas ou quando sofremos uma infecção, que induz a produção natural de anticorpos. As vacinas contra viroses, por exemplo, são produzidas com vírus atenuados, enfraquecidos (sarampo, rubéola), ou vírus inativos (gripe, raiva), incapazes de provocar a doença, mas cujos antígenos induzem a nossa resposta imune.